<br />
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	<title>Desordem Pública &#187; mário quintana</title>
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	<description>Blog de Humor e Entretenimento, com muitos vídeos, quadrinhos, animações, memes, curiosidades, sempre com pitadas sutis de crítica e ironia!</description>
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		<title>Matinal, por Mário Quintana</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Aug 2012 11:20:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Desordem Pública]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uma Boa Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[mário quintana]]></category>
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		<description><![CDATA[por Mário Quintana Entra o sol, gato amarelo, e fica à minha espreita, no tapete claro. Antes de abrir os olhos, sei que o dia virá olhar-me por detrás das árvores. Ah! sentir-me ainda vivo sobre a face da Terra enquanto a vida me devora… Me espreguiço, entredurmo… O anjo da luz espera-me Como alguém...</p><p><a class="excerpt-read-more btn btn-primary" href="http://desordempublica.com.br/2012/08/20/matinal-por-mario-quintana/" title="ReadMatinal, por Mário Quintana">Read More</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://desordempublica.com.br/category/uma-boa-leitura/" target="_blank"><img src="http://desordempublica.com.br/wp-content/uploads/2010/12/uma-boa-leitura.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong>por Mário Quintana</strong></p>
<p>Entra o sol, gato amarelo, e fica<br />
à minha espreita, no tapete claro.<br />
Antes de abrir os olhos, sei que o dia<br />
virá olhar-me por detrás das árvores.</p>
<p>Ah! sentir-me ainda vivo sobre a face da Terra<br />
enquanto a vida me devora…<br />
Me espreguiço, entredurmo… O anjo da luz espera-me<br />
Como alguém que vigiasse uma crisálida.</p>
<p>Pé ante pé, do leito, aproxima-se um verso<br />
para a canção de despertar:<br />
os ritmos do tráfego vibram como uma cigarra,</p>
<p>a tua voz nas minhas veias corre,<br />
e alguns pedaços coloridos do meu sonho<br />
devem andar por esse ar, perdidos…</p>
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		<title>Seiscentos e Sessenta e Seis</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 09:45:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Desordem Pública]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uma Boa Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[boa leitura]]></category>
		<category><![CDATA[idade]]></category>
		<category><![CDATA[mário quintana]]></category>
		<category><![CDATA[poemas]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[por Mário Quintana  A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são 6 horas: há tempo&#8230; Quando se vê, já é 6ªfeira&#8230; Quando se vê, passaram 60 anos&#8230; Agora, é tarde demais para ser reprovado&#8230; E se me dessem &#8211; um dia &#8211; uma outra oportunidade, eu...</p><p><a class="excerpt-read-more btn btn-primary" href="http://desordempublica.com.br/2012/01/16/seiscentos-e-sessenta-e-seis/" title="ReadSeiscentos e Sessenta e Seis">Read More</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://desordempublica.com.br/wp-content/uploads/2010/12/uma-boa-leitura.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: right;"><strong>por Mário Quintana</strong></p>
<p> A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa.</p>
<p>Quando se vê, já são 6 horas: há tempo&#8230;</p>
<p>Quando se vê, já é 6ªfeira&#8230;</p>
<p>Quando se vê, passaram 60 anos&#8230;</p>
<p>Agora, é tarde demais para ser reprovado&#8230;</p>
<p>E se me dessem &#8211; um dia &#8211; uma outra oportunidade,</p>
<p>eu nem olhava o relógio.</p>
<p>seguia sempre, sempre em frente&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Esperança</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 10:07:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Desordem Pública]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uma Boa Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[mário quintana]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é o nosso último poema do ano, afinal de contas, é a última semana do ano. E nesta época, fazemos projetos, idealizamos sonhos diversos, metas a alcançar; somos pego pelo sentimento da esperança. E é dela o nosso último poema. por Mário Quintana Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano Vive...</p><p><a class="excerpt-read-more btn btn-primary" href="http://desordempublica.com.br/2010/12/27/esperanca/" title="ReadEsperança">Read More</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o nosso último poema do ano, afinal de contas, é a última semana do ano. E nesta época, fazemos projetos, idealizamos sonhos diversos, metas a alcançar; somos pego pelo sentimento da esperança. E é dela o nosso último poema.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-6153  aligncenter" title="Desordem Pública: Uma Boa Leitura - Poemas e outros textos literários" src="http://desordempublica.com.br/wp-content/uploads/2010/12/uma-boa-leitura.jpg" alt="" width="510" height="95" /></p>
<p style="text-align: right;"><strong>por Mário Quintana</strong></p>
<p style="text-align: center;">Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano<br />
Vive uma louca chamada Esperança<br />
E ela pensa que quando todas as sirenas<br />
Todas as buzinas<br />
Todos os reco-recos tocarem<br />
Atira-se<br />
E<br />
&#8211; ó delicioso vôo!<br />
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,<br />
Outra vez criança…<br />
E em torno dela indagará o povo:<br />
&#8211; Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?<br />
E ela lhes dirá<br />
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)<br />
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:<br />
&#8211; O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA…</p>
]]></content:encoded>
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