A tradição milenar chinesa diz: Pedale sempre em velocidade constante, independente do que venha a acontecer.
Não foi dessa vez, Dona Morte!
A tradição milenar chinesa diz: Pedale sempre em velocidade constante, independente do que venha a acontecer.
Não foi dessa vez, Dona Morte!
Este é o primeiro vídeo da série “Melhor Escapar Fedendo do que Morrer Cheiroso“, sobre pessoas que escaparam da morte por um milionésimo de triz!
Vejam a sorte deste skatista, que de agora em diante sempre andará com sua mochila.
Não foi desta vez, Dona Morte!
Boa Páscoa a todos! Se não clicarem em todos os links abaixo você vai adquirir intolerância a lactose!
ESTA É UMA SEMANA MUITO ESPECIAL
MELHOR JOGADORA DE FUTEBOL DO MUNDO
ONTEM E HOJE: EU A PATROA E AS CRIANÇASs
FILHO DE RONALDINHO GAUCHO DESCOBERTO!
CORRA QUE A TROPA DE ELITE VEM AI!
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Pearl Jam é uma banda norte-americana de rock alternativo formada em 1990 em Seattle, Washington. Desde sua origem, sua formação incluiu Eddie Vedder (vocais, guitarra rítmica), Jeff Ament (baixo), Stone Gossard (guitarra rítmica) e Mike McCready (guitarra solo), passando por mudanças na bateria, sendo Matt Cameron, que também compõe o Soundgarden, o atual baterista da banda. O grupo já vendeu aproximadamente 60 milhões de álbuns ao redor do mundo.
Do The Evolution é uma canção lançada no álbum Yield (1998) e, segundo Eddie Vedder, fala sobre como as pessoas estão bêbadas com a tecnologia, se achando donas do mundo controlando tudo o que nele vive. Ela tem grande influência da obra “Ismael – um romance da condição humana”, de Daniel Quinn, que a banda utilizou com a inspiração para compor todo o álbum Yield. Nela, o autor trabalha a ideia de que os seres humanos não são os animais mais “evoluídos” e que a civilização moderna encena este mito.
O clipe começa mostrando a evolução dos seres vivos, até que em um dado momento um dos animais não mata para se alimentar, mas por diversão: o homem. A partir daí, uma mulher de cabelos pretos aparece rindo, dançando e seguindo a humanidade por toda sua história: é a morte.
Em diversos momentos da história, como nas Cruzadas, nas grandes guerras, na escravidão e Crise de 1929 entre tantos outros, ela aparece sorrindo demonstrando o que parece ser a natureza do ser humano, primitiva e violenta. Até que toda sua ganância e soberba leva à destruição do mundo.
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