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Português maluco dançando “Ai se eu te pego”

Antonio Raminhos é um humorista português que em resposta ao desafio dos 16.666 fãs (não tenho a mínima ideia do que seja – estava na descrição do vídeo), teve que dançar a música “Ai se eu te pego”, de Michel Teló. Mas ao se preparar para dançar, ele percebeu que a música era um ótimo passatempo

Pois é, essa maldita música grudenta atravessou o Atlântico de caravela e foi atormentar a vida dos lusitanos! O próprio Cristiano Ronaldo comemorou um gol dançando a canção mais chiclete de 2011.

Já pensou se todo mundo começasse a dançar o “Ai se eu te pego” na fila do banco, da padaria, do ponto de ônibus… esse Brasilzão viraria uma balada sem fim! Boa ideia…

Dica do fiel desordeiro Rodrigo Nogueira, via Facebook

Desordem da Ordem, Imagens, Vídeos  

UNHATE: Uma campanha contra o ódio

O ódio não cessa com ódio em tempo algum, o ódio cessa com o amor

Sutta Pitaka

Há algum tempo estou querendo postar sobre a campanha UNHATE, um projeto criado pela Benetton com a finalidade de chamar a atenção ao mundo, de uma maneira muito criativa e extremamente ousada, sobre temas hoje muito complexos como a proximidade entre os povos, suas culturas, crenças e a convivência pacífica entre ambos.

A campanha repercutiu em todo o mundo, gerando grande polêmica pela estratégia adotada: montagens através de fotos de grandes líderes políticos e religiosos se beijando na boca. Segundo a Benneton, o tema central da campanha é o beijo, considerado o símbolo universal do amor. Nas diversas imagens que compõem a campanha, Barack Obama beija o líder chinês Hu Jintao e o presidente venezuelano Hugo Chavez; o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, beija o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu; a chanceler alemã Angela Merkel dá um selinho no presidente francês Nicolas Sarkozy; e os presidentes das duas Coreias trocam outro beijo.

Papa Bento XVI beija o imã sunita egípcio Ahmed el Tayeb, em campanha da Benetton. A Igreja Católica repudiou a imagem, dizendo que era “uma grave falta de respeito com o papa” e “uma ofensa aos sentimentos dos fiéis”. Logo depois ameaçou a empresa de processo, que retirou a montagem de seu site.

Acompanhando a repercussão da campanha pela internet, verifiquei que dentre todas as opiniões negativas à campanha, a maior parte consistia na crítica à foto entre o líder católico e o imã sunita. De fato, um beijo entre dois homens é um choque para ambas as religiões por eles representadas. Mas… por que um simples beijo pode incomodar tanto? Por que um simples beijo pode, ao invés de combater o ódio, gerar o ódio de dentro da própria Igreja, que deveria ser a instituição mais nobre e fraterna do mundo? Por que as pessoas cultuam valores que geram o ódio ao invés de combatê-lo?

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