7
Sep
Ainda existem mulheres com conteúdo?

Estava perambulando pelo Orkut quando me deparei com o seguinte:

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Ao que parece, existem menos do que você imagina!

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30
Jun
Como identificar um psicopata?

Eles são pessoas que andam ao nosso lado, trabalham junto conosco, dormem na mesma cama que a gente, mas nem sempre sabemos quem são. Como identificar um psicopata?

Os psicopatas são falantes, charmosos, simpáticos, sedutores, capazes de impressionar e cativar rapidamente qualquer pessoa. Sua capacidade de “parecer bonzinho, educado e inofensivo” é impecável. É a pessoa perfeita, aquela que você menos desconfia ser um psicopata. Tudo isso é uma fachada, como um teatro muito bem engendrado para esconder suas características perturbadoras: a incapacidade de se adaptar às normas sociais com respeito a comportamentos dentro da lei ou da ética social, indicado pela repetição de atos criminosos. A capacidade de enganar, através de mentiras repetidas a fim de obter lucro pessoal ou prazer. Desrespeito e imprudência pela sua própria segurança e dos outros. Irresponsabilidade, indicada por falhas repetidas na manutenção do trabalho ou honrar suas obrigações financeiras. A falta total de remorso ou culpa por ter ferido, maltratado, roubado, enganado ou mesmo matado outras pessoas. Eles são inteligentes, mas insensíveis, frios, manipuladores e sua capacidade de fingir sentimentos é perfeita. Se descobertos, é mestre em inverter o jogo, colocar-se no papel de vítima ou tentar convencer de que foram mal interpretados. E estão conscientes de todos os seus atos.

Assim os psiquiatras os descrevem. Este perfil assombroso é absolutamente realista. Os psicopatas são os mais graves dos que apresentam “distúrbio de personalidade anti-social” (DPA). A possibilidade de você já ter encontrado um em seu caminho é grande, pois pelas estatísticas da Organização Mundial da Saúde uma em cada 100 pessoas uma é sociopata em maior ou menor grau, 1% a 4% da população mundial.

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15
Jan
Globo troca vinhetas do Big Brother!

Na apresentação da décima edição do programa Big Brother Brasil, a equipe de edição do programa comeu bola e misturou a vinheta de 2009 com a de 2010, fazendo uma salada de participantes e confundindo a cabeça dos telespectadores! Veja só:

Agora…

Você…

Notou alguma coisa?

MESMO???

Estou fazendo esta pergunta porque eu… NÃO NOTEI NADA!

Caso você não tenha percebido nada disso, caso a vinheta acima tenha sido apenas uma animação com um monte de imagens de pessoas que você nunca viu na vida, MEUS PARABÉNS! Você não faz parte desta massa imbecil de milhões de brasileiros que acham que a coisa mais legal do mundo é ver um monte de pessoas sonsas e burras confinadas numa luxuosa casa e tendo ataques histéricos! Aliás, pessoas criteriosamente selecionadas: O cara do povo (ou da comunidade, da vila…), o cara que é gay, o cara que é malhadão, a pessoa que tem uma profissão igual a sua, a pessoa que tem uma profissão que quase ninguém tem, muitas diversas bastantes vááááárias gostosonas (que a mulherada vê pra ficar com inveja/se imaginar com tal corpo, e que a rapazeada vê pra reparar nos glúteos, na coxa, e também, olha só, no púbis/se masturbar enquanto assiste, depois que assiste ou quando tais beldades aparecerem em sites e revistas “adultas”), e como não poderia faltar, um “afrodescendente” (essa expressão é tão idiota!)… Às vezes até dois, no máximo dois, um casal, mais que isso fica feio.

A fórmula sempre será a mesma, porque o nível intelectual do brasileiro está estagnado há um bom tempo. Não estou querendo dizer que ver realitys shows é (sempre) algo inútil e sofrível, visto que muitas pesquisas científicas explicam o porquê do sucesso deste tipo de programa, independente do país onde é exibido, mas é curioso perceber o tipo de efeito que isso desperta nas pessoas, na forma como elas se enxergam na frente da tela, na maneira como o jogo é manipulado em prol da audiência e, consequentemente, na maneira como tais pessoas são guiadas a preferir isso do que a um bom livro, por exemplo (eu escrevi “bom livro”, nada de Twilight. e derivados… Tá, assunto pra outro post).