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	<title>Desordem Pública &#187; prova</title>
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	<description>Blog de Humor e Entretenimento, com muitos vídeos, quadrinhos, animações, memes, curiosidades, sempre com pitadas sutis de crítica e ironia!</description>
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		<title>Como funciona um concurso público?</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Dec 2010 23:21:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É bem assim que acontece!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fubala.com.br/" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://1.bp.blogspot.com/_4QRDN_EsGmU/TRscpG_gzgI/AAAAAAAAAmI/cgSR3rlFE_s/s1600/Concurseiros_Gabarito.jpg" alt="" width="409" height="1600" /></a></p>
<p style="text-align: center;">É bem assim que acontece!</p>
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		<title>Vestibular: A Perigosa Bola de Neve da Educação Brasileira</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 03:59:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fuvest, Prova Brasil, Enem, Enade. Vestibulares, Concursos Públicos, Cursinhos. A lógica da educação brasileira, ao longo dos últimos anos, vem se paltando pelo uso seguido e constante de políticas baseadas em sistemas avaliativos. Como em um vídeo game, o indivíduo tem que ultrapassar barreiras rumo à vitória, sua vitória pessoal. Cada etapa educacional é uma...</p><p><a class="excerpt-read-more btn btn-primary" href="http://desordempublica.com.br/2010/02/25/a-perigosa-bola-de-neve-da-educacao-brasileira/" title="ReadVestibular: A Perigosa Bola de Neve da Educação Brasileira">Read More</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<img class="aligncenter size-full wp-image-531" title="EDUCACAO" src="http://desordempublica.com.br/wp-content/uploads/2009/08/EDUCACAO.jpg" alt="EDUCACAO" width="468" height="60" />
<p style="text-align: justify;">Fuvest, Prova Brasil, Enem, Enade. Vestibulares, Concursos Públicos, Cursinhos. A lógica da educação brasileira, ao longo dos últimos anos, vem se paltando pelo uso seguido e constante de <span style="color: #3366ff;"><strong>políticas baseadas em sistemas avaliativos</strong></span>. Como em um vídeo game, o indivíduo tem que ultrapassar barreiras rumo à vitória, sua vitória pessoal. Cada etapa educacional é uma fase, e no final dela existe o grande desafio, de vida ou morte, pelo qual o personagem, no caso o aluno, tem que passar. A grande questão é que, além da <span style="color: #3366ff;"><strong>sistematização</strong></span> destas grandes provas finais, existe um grande <span style="color: #3366ff;"><strong>consenso</strong></span>, por parte da mídia e, numa relação de causa e efeito, da sociedade, de que estes são os verdadeiros modos de saber se uma pessoa é <span style="color: #3366ff;"><strong>capaz ou não</strong></span> de passar de ano, de cursar o Ensino Superior, e de ganhar um diploma. Se estas grandes provas fossem “personalizadas”, de acordo com cada instituição ou nível educacional que delas dependem, existiria um certo grau de justiça; porém, as provas são únicas, gerais, aplicadas a todos. Qual a verdadeira razão disso tudo?</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-672" title="vestibular1" src="http://desordempublica.com.br/wp-content/uploads/2010/02/vestibular1.jpg" alt="vestibular1" width="461" height="346" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-669"></span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>“Vocês não tem responsabilidade nenhuma se não passarem, caso isso aconteça, não fiquem tristes; o governo joga nas costas de vocês todos o peso dele não dar Ensino Superior gratuito e de qualidade para todos, e ele faz todos acreditarem, inclusive seus pais, que você que é obrigado a passar na prova”.</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Tal frase, proferida por um professor de História do cursinho pré-vestibular que cursei em 2002, deixa de ser apenas uma campanha motivacional às vésperas da Fuvest para evidenciar um grave problema: A existência do vestibular, a “grande prova” mais temida, demonstra que a educação brasileira não foi preparada para absorver o grande <span style="color: #3366ff;"><strong>contigente</strong></span> de pessoas advindas do Ensino Médio. Pela lei da oferta e da procura, muitas pessoas, poucas vagas, <span style="color: #3366ff;"><strong>afunilamento</strong></span>. O vestibular é a barreira final, que deve ser transporta apenas pelas “melhores cabeças”; é onde se institui a <span style="color: #3366ff;"><strong>vitória</strong></span> e o <span style="color: #3366ff;"><strong>fracasso</strong></span> na educação brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">É, assim, a instituição educacional mais importante, adorada, consagrada, querida e temida. Todos querem passar pelo vestibular, os pais sonham com seus filhos sendo aprovados, seus filhos sonham com o sucesso e o status, todos sonham; e aí surge <span style="color: #3366ff;"><strong>um g</strong></span><span style="color: #3366ff;"><strong><span style="color: #3366ff;">ra</span>nde problema: a </strong></span><span style="color: #3366ff;"><strong><span style="color: #3366ff;">e</span>ducação para o vestibular</strong></span>. A cada dia, mais e mais instituições de ensino se preparam para fazer seus &#8220;clientes&#8221; passarem no vestibular. As matérias dadas, os livros didáticos escolhidos, os professores contratados, os métodos utilizados, todos visam a assimilação do que vai cair na grande prova. E a educação passa a ser <span style="color: #3366ff;"><strong>formatada</strong></span> desta maneira, inicialmente nas instituições particulares, que possuem a óbvia “autonomia curricular” (e que entopem os anúncios publicitários prometendo filhos geniais e uspianos). Com a concorrência desleal dos alunos das escolas particulares no vestibular, existe uma pressão de <span style="color: #3366ff;"><strong>“inclusão social”</strong></span> para os alunos do ensino público, que passam a ter certas “facilidades” para poderem competir de igual para igual; surgem então as <strong><span style="color: #3366ff;">cotas </span></strong>e diversos índices que multiplicam e aumentam suas notas no vestibular.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-677" title="vestibular2" src="http://desordempublica.com.br/wp-content/uploads/2010/02/vestibular2.jpg" alt="vestibular2" width="464" height="306" /></p>
<p style="text-align: justify;">Não obstante, se a educação pública vai mal, ela deve se espelhar na particular; se a particular se espelha nos “conteúdos vestibulares”, vemos aí uma <span style="color: #3366ff;"><strong>reação em cadeia</strong></span> que <span style="color: #3366ff;"><strong>contamina</strong></span> toda a educação brasileira. E por conseqüência o Enem, o grande vestibular do Ensino Médio, e que, segundo o próprio <span style="color: #3366ff;"><strong>Ministro Fernando Haddad</strong></span>, deve ser um instrumento respeitado, reconhecido, e que &#8220;consiga proporcionar à juventude um rito de passagem da educação básica para a superior, de forma segura&#8221;. Ora, o que esperar de um Ministro da Educação que acha que com 17 anos um adolescente sabe o que quer para o resto da vida?</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, a <strong><span style="color: #3366ff;">bola de neve </span></strong>da educação despreparada se evidencia: As próprias políticas educacionais oficiais querem que os alunos migrem direto do Ensino Médio para o Superior; como não existem universidades públicas suficientes, aparece o vestibular, e como o vestibular é de cunho segregador, aparecem inúmeras e infindáveis universidades particulares, espalhadas por todos os cantos e esquinas, prontas para absorver este contingente órfão de educação; um contingente, sobretudo, mal formado, abortado e enfiado prematuramente na incubadora mais próxima (as chamadas <span style="color: #3366ff;"><strong>Uniesquinas</strong></span>).</p>
<p style="text-align: justify;">A <span style="color: #3366ff;"><strong>lógica de mercado</strong></span> invade a educação brasileira; estas inúmeras instituições de ensino superior competem entre si com matrículas imbatíveis, mensalidades que cabem no seu bolso, diplomas que te deixam mais e mais na moda, e ofertas de emprego que desafiam qualquer índice de desemprego. Os cursos ministrados são sempre os mais socialmente “valorizados”, e o aluno não precisa esperar o seu término para ter o que escrever no seu currículo. Em algumas destas instituições, é possível que se inicie a pós-graduação antes do término da graduação, uma verdadeira viagem no tempo. E o mais interessante, nisso tudo, é que o governo “compra” vagas nestas mesmas faculdades, através de um outro tipo de grande prova/programa, o Prouni, as distribuindo entre os próprios alunos da rede pública e fazendo, assim, a  chamada &#8220;justiça social&#8221;. Dentro deste <span style="color: #3366ff;"><strong>círculo vicioso</strong></span>, desta bola de neve.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-683" title="bola-de-neve" src="http://desordempublica.com.br/wp-content/uploads/2010/02/bola-de-neve.gif" alt="bola-de-neve" width="393" height="415" /></p>
<p style="text-align: justify;">O grande problema disso tudo é a <span style="color: #3366ff;"><strong>banalização</strong></span> da <span style="color: #3366ff;"><strong>avaliação formal</strong></span>. Sempre visto como único, justo e majestoso instrumento pedagógico, a avaliação forjou-se como o instrumento que faz os melhores vencerem, e  não como o instrumento que faz t<strong><span style="color: #3366ff;">odos melhores</span></strong>. O grande número de avaliações e a permanência dos mesmos problemas educacionais de outrora evidenciam que nada se faz com os resultados obtidos, muito pelo contrário. No máximo, os resultados geram <span style="color: #3366ff;"><strong>categorias de qualificação</strong></span>, como o cara que passou na USP e o burro. Uma prova não pode ser ponto de partida para separação, e sim para interligações diversas, capazes de entender o cotidiano escolar brasileiro, do lápis à porta da escola, e assim mudar toda uma história de estagnação, endurecimento, congelamento.</p>
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