<br />
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	<title>Desordem Pública &#187; cecília meireles</title>
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	<description>Blog de Humor e Entretenimento, com muitos vídeos, quadrinhos, animações, memes, curiosidades, sempre com pitadas sutis de crítica e ironia!</description>
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		<title>Motivo, por Cecília Meireles</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jul 2012 11:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Desordem Pública]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uma Boa Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[cecília meireles]]></category>
		<category><![CDATA[poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[por Cecília Meireles Eu canto porque o instante existe e a minha vida está completa. Não sou alegre nem sou triste: sou poeta. Irmão das coisas fugidias, não sinto gozo nem tormento. Atravesso noites e dias no vento. Se desmorono ou se edifico, se permaneço ou me desfaço, &#8211; não sei, não sei. Não sei...</p><p><a class="excerpt-read-more btn btn-primary" href="http://desordempublica.com.br/2012/07/02/motivo-por-cecilia-meireles/" title="ReadMotivo, por Cecília Meireles">Read More</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://desordempublica.com.br/wp-content/uploads/2010/12/uma-boa-leitura.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: right;"><strong>por Cecília Meireles</strong></p>
<p>Eu canto porque o instante existe<br />
e a minha vida está completa.<br />
Não sou alegre nem sou triste:<br />
sou poeta.</p>
<p>Irmão das coisas fugidias,<br />
não sinto gozo nem tormento.<br />
Atravesso noites e dias<br />
no vento.</p>
<p>Se desmorono ou se edifico,<br />
se permaneço ou me desfaço,<br />
&#8211; não sei, não sei. Não sei se fico<br />
ou passo.</p>
<p>Sei que canto. E a canção é tudo.<br />
Tem sangue eterno a asa ritmada.<br />
E um dia sei que estarei mudo:<br />
&#8211; mais nada.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Timidez, por Cecília Meireles</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 11:35:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Desordem Pública]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uma Boa Leitura]]></category>
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		<category><![CDATA[poema]]></category>
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		<description><![CDATA[por Cecília Meireles Basta-me um pequeno gesto, feito de longe e de leve, para que venhas comigo e eu para sempre te leve… &#8211; mas só esse eu não farei. Uma palavra caída das montanhas dos instantes desmancha todos os mares e une as terras mais distantes… &#8211; palavra que não direi. Para que tu...</p><p><a class="excerpt-read-more btn btn-primary" href="http://desordempublica.com.br/2012/05/07/timidez-por-cecilia-meireles/" title="ReadTimidez, por Cecília Meireles">Read More</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://desordempublica.com.br/wp-content/uploads/2010/12/uma-boa-leitura.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: right;"><strong>por Cecília Meireles</strong></p>
<p>Basta-me um pequeno gesto,<br />
feito de longe e de leve,<br />
para que venhas comigo<br />
e eu para sempre te leve…</p>
<p>&#8211; mas só esse eu não farei.</p>
<p>Uma palavra caída<br />
das montanhas dos instantes<br />
desmancha todos os mares<br />
e une as terras mais distantes…</p>
<p>&#8211; palavra que não direi.</p>
<p>Para que tu me adivinhes,<br />
entre os ventos taciturnos,<br />
apago meus pensamentos,<br />
ponho vestidos noturnos,</p>
<p>&#8211; que amargamente inventei.</p>
<p>E, enquanto não me descobres,<br />
os mundos vão navegando<br />
nos ares certos do tempo,<br />
até não se sabe quando…</p>
<p>e um dia me acabarei.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Leveza, por Cecília Meireles</title>
		<link>http://desordempublica.com.br/2012/04/09/leveza-por-cecilia-meireles/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 11:19:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Desordem Pública]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uma Boa Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[cecília meireles]]></category>
		<category><![CDATA[leveza]]></category>
		<category><![CDATA[poemas]]></category>
		<category><![CDATA[poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[por Cecília Meireles Leve é o pássaro: e a sua sombra voante, mais leve. E a cascata aérea de sua garganta, mais leve. E o que lembra, ouvindo-se deslizar seu canto, mais leve. E o desejo rápido desse mais antigo instante, mais leve. E a fuga invisível do amargo passante, mais leve.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://desordempublica.com.br/wp-content/uploads/2010/12/uma-boa-leitura.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: right;"><strong>por Cecília Meireles</strong></p>
<p>Leve é o pássaro:<br />
e a sua sombra voante,<br />
mais leve.</p>
<p>E a cascata aérea<br />
de sua garganta,<br />
mais leve.<br />
E o que lembra, ouvindo-se<br />
deslizar seu canto,<br />
mais leve.<br />
E o desejo rápido<br />
desse mais antigo instante,<br />
mais leve.<br />
E a fuga invisível<br />
do amargo passante,<br />
mais leve.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Máquina Breve</title>
		<link>http://desordempublica.com.br/2012/01/09/maquina-breve/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 09:45:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Desordem Pública]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uma Boa Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[cecília meireles]]></category>
		<category><![CDATA[máquina breve]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[por Cecília Meireles O pequeno vaga-lume com sua verde lanterna, que passava pela sombra inquietando a flor e a treva — meteoro da noite, humilde, dos horizontes da relva; o pequeno vaga-lume, queimada a sua lanterna, jaz carbonizado e triste e qualquer brisa o carrega: mortalha de exíguas franjas que foi seu corpo de festa....</p><p><a class="excerpt-read-more btn btn-primary" href="http://desordempublica.com.br/2012/01/09/maquina-breve/" title="ReadMáquina Breve">Read More</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://desordempublica.com.br/wp-content/uploads/2010/12/uma-boa-leitura.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: right;"><strong>por Cecília Meireles</strong></p>
<p>O pequeno vaga-lume<br />
com sua verde lanterna,<br />
que passava pela sombra<br />
inquietando a flor e a treva<br />
— meteoro da noite, humilde,<br />
dos horizontes da relva;<br />
o pequeno vaga-lume,<br />
queimada a sua lanterna,<br />
jaz carbonizado e triste<br />
e qualquer brisa o carrega:<br />
mortalha de exíguas franjas<br />
que foi seu corpo de festa.</p>
<p>Parecia uma esmeralda<br />
e é um ponto negro na pedra.<br />
Foi luz alada, pequena<br />
estrela em rápida seta.<br />
Quebrou-se a máquina breve<br />
na precipitada queda.<br />
E o maior sábio do mundo<br />
sabe que não a conserta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Uma ótima semana a todos! <img src="http://desordempublica.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif" alt=";)" class="wp-smiley" /></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Reinvenção</title>
		<link>http://desordempublica.com.br/2011/11/21/reinvencao-cecilia-meireles/</link>
		<comments>http://desordempublica.com.br/2011/11/21/reinvencao-cecilia-meireles/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 10:45:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Desordem Pública]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uma Boa Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[cecília meireles]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[reinvenção]]></category>
		<category><![CDATA[uma boa leitura]]></category>

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		<description><![CDATA[por Cecília Meireles A vida só é possível reinventada. Anda o sol pelas campinas e passeia a mão dourada pelas águas, pelas folhas&#8230; Ah! tudo bolhas que vem de fundas piscinas de ilusionismo&#8230; — mais nada. Mas a vida, a vida, a vida, a vida só é possível reinventada. Vem a lua, vem, retira as...</p><p><a class="excerpt-read-more btn btn-primary" href="http://desordempublica.com.br/2011/11/21/reinvencao-cecilia-meireles/" title="ReadReinvenção">Read More</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://desordempublica.com.br/wp-content/uploads/2010/12/uma-boa-leitura.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: right;"><strong>por Cecília Meireles</strong></p>
<p>A vida só é possível<br />
reinventada.</p>
<p>Anda o sol pelas campinas<br />
e passeia a mão dourada<br />
pelas águas, pelas folhas&#8230;<br />
Ah! tudo bolhas<br />
que vem de fundas piscinas<br />
de ilusionismo&#8230; — mais nada.</p>
<p>Mas a vida, a vida, a vida,<br />
a vida só é possível<br />
reinventada.</p>
<p>Vem a lua, vem, retira<br />
as algemas dos meus braços.<br />
Projeto-me por espaços<br />
cheios da tua Figura.<br />
Tudo mentira! Mentira<br />
da lua, na noite escura.</p>
<p>Não te encontro, não te alcanço&#8230;<br />
Só — no tempo equilibrada,<br />
desprendo-me do balanço<br />
que além do tempo me leva.<br />
Só — na treva,<br />
fico: recebida e dada.</p>
<p style="text-align: left;">Porque a vida, a vida, a vida,<br />
a vida só é possível<br />
reinventada.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>É Preciso Não Esquecer Nada</title>
		<link>http://desordempublica.com.br/2011/02/14/e-preciso-nao-esquecer-nada/</link>
		<comments>http://desordempublica.com.br/2011/02/14/e-preciso-nao-esquecer-nada/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 11:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Desordem Pública]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uma Boa Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[cecília meireles]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[uma boa leitura]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Cecília Meireles É preciso não esquecer nada: nem a torneira aberta nem o fogo aceso, nem o sorriso para os infelizes nem a oração de cada instante. É preciso não esquecer de ver a nova borboleta nem o céu de sempre. O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o...</p><p><a class="excerpt-read-more btn btn-primary" href="http://desordempublica.com.br/2011/02/14/e-preciso-nao-esquecer-nada/" title="ReadÉ Preciso Não Esquecer Nada">Read More</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-6153  aligncenter" title="Desordem Pública: Uma Boa Leitura - Poemas e outros textos literários" src="http://desordempublica.com.br/wp-content/uploads/2010/12/uma-boa-leitura.jpg" alt="" width="510" height="95" /></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Cecília Meireles</strong></p>
<p>É preciso não esquecer nada:<br />
nem a torneira aberta nem o fogo aceso,<br />
nem o sorriso para os infelizes<br />
nem a oração de cada instante.</p>
<p>É preciso não esquecer de ver a nova borboleta<br />
nem o céu de sempre.</p>
<p>O que é preciso é esquecer o nosso rosto,<br />
o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.</p>
<p>O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos,<br />
a idéia de recompensa e de glória.</p>
<p>O que é preciso é ser como se já não fôssemos,<br />
vigiados pelos próprios olhos<br />
severos conosco, pois o resto não nos pertence.</p>
]]></content:encoded>
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